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Operação em Bangu: Apreensões de Celulares e Antena Starlink em Presídios do Rio
Uma ação da Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) resultou na apreensão de 31 celulares e uma antena Starlink, além de drogas, em presídios localizados no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A operação, realizada na quarta-feira, 12 de agosto, reforça o combate à entrada de itens proibidos nas unidades prisionais.
Detalhes da Ação
As apreensões ocorreram nas unidades prisionais Jonas Lopes de Carvalho (Bangu 4) e Alfredo Tranjan (Bangu 2), que abrigam integrantes das facções Terceiro Comando Puro e Comando Vermelho, respectivamente. Durante a operação, os agentes descobriram uma miniantena Starlink oculta dentro de um rádio enviado via Sedex para um detento. A inspeção detalhada, que incluiu o uso de tecnologia de inteligência artificial, foi fundamental para identificar o equipamento.
Intervenção em Bangu 4
No Bangu 4, além da antena, uma visitante foi flagrada tentando entrar com cerca de 160 gramas de drogas escondidas em suas partes íntimas. A mulher foi detida e encaminhada à 34ª DP (Bangu), onde foi autuada em flagrante por tráfico de drogas. O detento que seria o destinatário do material também foi isolado na Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino (Bangu 1).
Apreensões em Bangu 2
Na unidade Bangu 2, os policiais penais encontraram 31 aparelhos celulares e cerca de 300 papelotes de entorpecentes. A operação contou com a participação de equipes das coordenações de unidades prisionais de alta e média complexidade da Seppen, evidenciando a mobilização integrada para coibir a entrada de itens proibidos.
Importância da Fiscalização
A Secretaria de Estado de Polícia Penal destacou a importância de manter ações de fiscalização contínuas nas unidades prisionais, visando impedir a comunicação entre os integrantes de organizações criminosas e a entrada de objetos proibidos. As investigações também buscam identificar possíveis irregularidades que possam estar sendo cometidas por presos, visitantes ou até mesmo servidores.
Conclusão
A operação em Bangu revela a constante luta das autoridades contra o tráfico de drogas e a entrada de equipamentos que podem facilitar a comunicação entre presos e suas facções. A utilização de tecnologias avançadas, como scanners e inteligência artificial, mostra que as forças de segurança estão se adaptando para enfrentar desafios complexos dentro do sistema penitenciário.