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A Festa de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores: Um Marco Cultural do Rio de Janeiro em 1900

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Em setembro de 1900, o comércio do Rio de Janeiro se uniu em uma celebração memorável em honra a Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores. Este evento, que se repetiu por mais de 200 anos, representava não apenas uma festividade religiosa, mas também uma significativa mobilização da comunidade mercantil da época.

Um panorama histórico da festa

A festa era realizada entre o final de agosto e início de setembro, na pequena igreja situada entre a Rua do Ouvidor e a Travessa do Comércio. Com a participação ativa de comerciantes e moradores, a celebração envolvia a ornamentação das ruas, financiada por firmas locais, além da criação de comissões compostas por empregados do comércio. O ambiente festivo era complementado por apresentações musicais e uma grandiosa queima de fogos.

A cobertura da imprensa

Uma extensa reportagem do jornal O Paiz, publicada no dia seguinte ao evento, oferece um retrato vívido da celebração. O repórter não apenas descreveu as festividades, mas também imergiu no ambiente, capturando a essência da festa através de detalhes como o perfume de rosas e incenso que permeava a igreja e a agitação das ruas repletas de cidadãos em celebração.

Desafios climáticos e a resiliência dos festeiros

Apesar do clima desfavorável, com um céu carregado que ameaçava chuvas, a determinação dos organizadores não se abalou. O cronista de O Paiz expressou sua esperança de que as festividades não fossem prejudicadas, ressaltando a importância do evento para a comunidade local. A descrição do ambiente festivo, mesmo sob um céu cinzento, reflete a relevância cultural da festa em um momento histórico marcado pelo desenvolvimento da cidade.

A ornamentação do espaço urbano

Os preparativos para a celebração incluíam a construção de arcos triunfais e a decoração das ruas com folhagens e bandeiras, revelando uma verdadeira intervenção urbana em vários quarteirões. A Rua Primeiro de Março, por exemplo, destacou-se com um arco considerado de belo efeito, enquanto outros pontos da cidade foram igualmente adornados, transformando o Centro em um grande arraial.

A organização comunitária por trás da festa

A estrutura organizacional da festa é um reflexo da forte ligação entre a Irmandade de Nossa Senhora da Lapa e o comércio local. Comissões formadas por representantes de diversas firmas não apenas organizavam a festividade, mas também garantiam que a celebração fosse uma verdadeira expressão da comunidade. A participação ativa de empregados do comércio na organização demonstra a importância do evento como um elo cultural e social entre os diferentes setores da sociedade da época.

Um legado duradouro

O título de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores, longe de ser uma mera tradição, representava uma vitalidade cultural que unia a classe mercantil. A festa, com sua rica história e envolvimento comunitário, é um testemunho da importância da cultura popular na formação da identidade carioca e na construção do espaço urbano.

Hoje, a história da Festa de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores é um lembrete do papel fundamental que as tradições culturais desempenham na coesão social e na valorização do patrimônio histórico do Rio de Janeiro.

Nasci e cresci ouvindo histórias de gente que raramente aparece e foi daí que veio o nome. Comunicadora sergipana, trabalho na intersecção entre imagem pública, cultura e direitos.

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Debate sobre ‘Amor e Justiça’ no Centro Cultural do Poder Judiciário

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Entre os dias 17 e 25 de agosto, o Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ) no Rio de Janeiro será palco de uma série de debates que exploram a interseção entre amor e justiça. Com palestras programadas para começar às 18h, o evento ocorrerá no Espaço Cultura na Justiça, localizado no Edifício Desembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro, no coração da cidade.

Um convite à reflexão

O encontro reunirá uma diversidade de intelectuais, escritores, artistas e profissionais do Direito, todos convidados a refletir sobre a complexa relação entre o amor e a justiça. A mediação ficará a cargo da desembargadora Andréa Pachá e da pesquisadora Bianca Ramoneda, que conduzirão discussões profundas sobre como esses conceitos interagem em nossa sociedade.

Programação do evento

A programação inclui palestras com temas provocativos e relevantes, como 'O que você chama de amor?', que abre o evento no dia 17 de agosto, com a participação do filósofo Renato Nogueira e da linguista Jana Viscardi. Outros tópicos abordados incluem questões como violência no amor e a idealização desse sentimento, culminando no fechamento com a reflexão de Pedro Luís sobre o que significa terminar em amor.

Datas e temas

A seguir, a programação completa dos encontros: – **17 de agosto, 18h**: 'O que você chama de amor?' – Renato Nogueira e Jana Viscardi. – **19 de agosto, 18h**: 'Quem ama não mata' – Rubens Casara, Eliana Cruz e Antônio Pedro Melchior. – **20 de agosto, 18h**: 'Amar é um ato político?' – Rosane Borges e Julio Braga. – **24 de agosto, 18h**: 'A idealização do amor' – Alexandre Coimbra e Clarisse Niskier. – **25 de agosto, 18h**: 'E se tudo terminasse em amor?' – Pedro Luís.

Importância do tema

O juiz Rubens Casara, um dos palestrantes, destaca a relevância do evento ao afirmar que 'é preciso, além de amar os outros, pensar o amor'. Para ele, o amor deve ser compreendido como um 'procedimento de verdade', uma experiência que transforma a maneira como percebemos e vivemos as relações humanas. O evento se propõe a ser um espaço para discutir essa relação nem sempre pacífica entre amor e justiça, essencial para a construção de uma sociedade mais empática e justa.

Como participar

Os interessados em participar dos debates podem se inscrever através do link disponível no site do Centro Cultural do Poder Judiciário. O evento é uma oportunidade não apenas de aprendizado, mas também de reflexão sobre questões que permeiam a vida cotidiana e as relações sociais.

Com um formato que mistura teoria e prática, os encontros prometem ser ricas oportunidades de diálogo sobre como o amor pode influenciar e ser influenciado pela justiça em diferentes contextos sociais.

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Feira de Empregabilidade em Niterói: Mais de 100 Vagas Disponíveis

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No próximo dia 20 de agosto, o Centro Universitário Anhanguera de Niterói será palco da Feira de Empregabilidade, um evento que promete conectar estudantes e a comunidade local a mais de 100 oportunidades de emprego e estágio. A ação, fruto de uma colaboração entre a universidade e a Prefeitura de Niterói, tem como objetivo facilitar a inserção no mercado de trabalho.

Oportunidades para Todos

Com a participação de diversas empresas parceiras, a feira não apenas oferece vagas, mas também uma chance valiosa para os participantes aumentarem sua rede de contatos através de networking. As equipes das empresas estarão disponíveis para receber currículos e orientar os candidatos sobre os processos seletivos em andamento.

Compromisso com a Comunidade

Charles Souto, reitor do Centro Universitário Anhanguera Niterói, ressalta a importância do evento: "A Feira de Empregabilidade reforça o compromisso da Anhanguera em conectar alunos e a comunidade ao mercado de trabalho, criando oportunidades reais de crescimento profissional e fortalecendo parcerias que contribuem para o desenvolvimento da região". Essa iniciativa busca não apenas facilitar o acesso a vagas, mas também promover o desenvolvimento profissional dos participantes.

Dicas para os Candidatos

Os interessados em participar devem levar um currículo atualizado, uma recomendação simples, mas crucial para quem busca destacar-se em um ambiente competitivo. A feira é uma oportunidade para aqueles que desejam dar um passo significativo em suas carreiras, seja como estagiários ou como profissionais em busca de novas experiências.

Parcerias e Apoio

Além da Anhanguera e da Prefeitura, instituições como o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) e o Núcleo Brasileiro de Estágios (NUBE) também apoiam o projeto, ampliando ainda mais as possibilidades de inserção dos participantes no mercado de trabalho.

Serviço

A Feira de Empregabilidade ocorrerá no dia 20 de agosto de 2026, das 8h30 às 13h, no Centro Universitário Anhanguera, localizado na Rua Visconde do Rio Branco, nº 123 – Centro – Niterói (RJ). A entrada é gratuita, permitindo que todos tenham a chance de participar.

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Hamburgada na Rua: Ação Social Transforma Vidas no Centro do Rio

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No próximo sábado, 15 de agosto, o Centro do Rio de Janeiro será palco da segunda edição do projeto Hamburgada na Rua, uma ação social que promete levar um pouco de alegria e dignidade a pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A iniciativa, organizada em parceria entre o Convento de Santo Antônio e o Sefras – Casa Franciscana, começará às 10h e prevê a distribuição de 800 hambúrgueres.

Mais que Alimentos: Um Encontro de Esperança

A Hamburgada na Rua vai além da simples entrega de refeições. Durante o evento, os participantes poderão usufruir de atendimentos gratuitos em áreas como podologia, barbearia e odontologia, além de receber roupas e kits de higiene pessoal. A programação será recheada de atividades de lazer e convivência, incluindo karaokê, competições de perguntas, FitDance, tênis de mesa, artesanato, dardos e cornhole.

A Importância da Experiência

A assistente social Thaysa Nascimento, coordenadora da Casa Franciscana, enfatiza que a Hamburgada na Rua oferece uma experiência significativa para aqueles que geralmente não têm acesso a momentos de descontração e leveza. "É uma forma de resgatar afeto e alegria, que são alimentos para a alma", afirma Thaysa, destacando também o impacto positivo que a ação provoca tanto nos beneficiados quanto nos voluntários envolvidos.

União de Propósitos: O Que Faz a Hamburgada na Rua Ser Especial

Américo Gomes, idealizador da Hamburgada na Rua, ressalta a importância da parceria entre o Sefras e o Convento de Santo Antônio. Ele acredita que essa união resulta em um cuidado integral com os mais vulneráveis: "Juntos, podemos fazer muito mais do que alimentar. Podemos criar encontros, fortalecer vínculos e lembrar que todos merecem ser vistos e respeitados".

Transformando Realidades

Para Américo, a entrega de hambúrgueres é apenas uma "desculpa" para estabelecer conexões humanas profundas. "Entregamos amor, inclusão, respeito e acolhimento — sentimentos que têm o poder de transformar mundos", comenta. O projeto não se limita a um único dia, mas busca criar um impacto duradouro na sociedade, promovendo um relacionamento mais empático e respeitoso com aqueles que vivem à margem.

Serviço e Convite à Comunidade

O evento acontecerá no Convento de Santo Antônio, em Rio de Janeiro, e a expectativa é contar com a participação de cerca de 200 voluntários, além dos colaboradores do Sefras. A Hamburgada na Rua convida a todos a se juntarem a essa corrente do bem, proporcionando não apenas um prato de comida, mas um momento de acolhimento e empatia.

A ação representa uma oportunidade de refletir sobre o papel da sociedade na inclusão social e na promoção da dignidade humana, mostrando que a solidariedade pode transformar realidades.

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