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Vandalismo no Túmulo de Emílio Médici: Um Ato de Protesto ou Desrespeito?

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Recentemente, o túmulo do ex-presidente Emílio Garrastazu Médici, que governou o Brasil durante um dos períodos mais controversos da ditadura militar, foi alvo de vandalismo no Cemitério São João Batista, localizado em Botafogo, no Rio de Janeiro. O ato, que gerou discussões sobre a memória histórica do país, foi registrado por um perfil na internet dedicado a explorar cemitérios cariocas.

O Ato de Vandalismo: Contexto e Implicações

A sepultura de Médici, falecido em 1985, foi pichada com a frase "Ditadura nunca mais", numa clara manifestação de repúdio ao seu legado. O perfil Necrotour RJ, que compartilhou as imagens do ato, destacou que, apesar de haver muitos funcionários no cemitério, é "humanamente impossível controlar tudo o tempo todo". Essa situação levanta a questão sobre a responsabilidade da administração do espaço em relação à preservação da memória histórica.

Legalidade e Consequências do Vandalismo

O vandalismo em sepulturas é considerado um crime conforme o Artigo 210 do Código Penal Brasileiro, que prevê pena de reclusão de um a três anos, além de multa. A legislação é clara ao definir que atos de degradação, como pichar ou danificar uma lápide, configuram profanação, desrespeitando os direitos dos mortos e seus familiares.

Quem Foi Emílio Garrastazu Médici?

Emílio Médici, nascido em 1905, foi um dos principais líderes militares durante o golpe de 1964 que instaurou a ditadura no Brasil. Antes de se tornar presidente, ele ocupou cargos importantes, como o de chefe do Serviço Nacional de Informações (SNI) e comandante do 3º Exército. Sua ascensão à presidência ocorreu em 1969, quando assumiu o cargo em um contexto de repressão política e social.

Legado e Controvérsias

O governo de Médici é frequentemente lembrado pelo chamado "Milagre Econômico", período em que o Brasil experimentou crescimento econômico significativo, embora isso tenha vindo acompanhado de forte repressão a opositores políticos. Médici não cassou mandatos de políticos, ao contrário de seus sucessores, o que gera debates sobre sua postura em relação à democracia e direitos humanos.

Reflexões sobre a Memória Histórica

O vandalismo no túmulo de Médici não é apenas uma questão de desrespeito a um espaço de sepultamento, mas também um reflexo das tensões sociais e políticas ainda presentes no Brasil. A memória da ditadura militar continua a ser um tema polarizador, e atos como esse servem para lembrar a importância de discutir e refletir sobre o passado do país, suas injustiças e os direitos humanos.

A preservação da memória histórica é fundamental para que novas gerações compreendam as lições do passado. Em um país com um histórico tão complexo como o Brasil, o respeito às sepulturas e à memória dos que passaram é um passo importante para a construção de uma sociedade mais justa e consciente.

Nasci e cresci ouvindo histórias de gente que raramente aparece e foi daí que veio o nome. Comunicadora sergipana, trabalho na intersecção entre imagem pública, cultura e direitos.

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Debate sobre ‘Amor e Justiça’ no Centro Cultural do Poder Judiciário

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Entre os dias 17 e 25 de agosto, o Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ) no Rio de Janeiro será palco de uma série de debates que exploram a interseção entre amor e justiça. Com palestras programadas para começar às 18h, o evento ocorrerá no Espaço Cultura na Justiça, localizado no Edifício Desembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro, no coração da cidade.

Um convite à reflexão

O encontro reunirá uma diversidade de intelectuais, escritores, artistas e profissionais do Direito, todos convidados a refletir sobre a complexa relação entre o amor e a justiça. A mediação ficará a cargo da desembargadora Andréa Pachá e da pesquisadora Bianca Ramoneda, que conduzirão discussões profundas sobre como esses conceitos interagem em nossa sociedade.

Programação do evento

A programação inclui palestras com temas provocativos e relevantes, como 'O que você chama de amor?', que abre o evento no dia 17 de agosto, com a participação do filósofo Renato Nogueira e da linguista Jana Viscardi. Outros tópicos abordados incluem questões como violência no amor e a idealização desse sentimento, culminando no fechamento com a reflexão de Pedro Luís sobre o que significa terminar em amor.

Datas e temas

A seguir, a programação completa dos encontros: – **17 de agosto, 18h**: 'O que você chama de amor?' – Renato Nogueira e Jana Viscardi. – **19 de agosto, 18h**: 'Quem ama não mata' – Rubens Casara, Eliana Cruz e Antônio Pedro Melchior. – **20 de agosto, 18h**: 'Amar é um ato político?' – Rosane Borges e Julio Braga. – **24 de agosto, 18h**: 'A idealização do amor' – Alexandre Coimbra e Clarisse Niskier. – **25 de agosto, 18h**: 'E se tudo terminasse em amor?' – Pedro Luís.

Importância do tema

O juiz Rubens Casara, um dos palestrantes, destaca a relevância do evento ao afirmar que 'é preciso, além de amar os outros, pensar o amor'. Para ele, o amor deve ser compreendido como um 'procedimento de verdade', uma experiência que transforma a maneira como percebemos e vivemos as relações humanas. O evento se propõe a ser um espaço para discutir essa relação nem sempre pacífica entre amor e justiça, essencial para a construção de uma sociedade mais empática e justa.

Como participar

Os interessados em participar dos debates podem se inscrever através do link disponível no site do Centro Cultural do Poder Judiciário. O evento é uma oportunidade não apenas de aprendizado, mas também de reflexão sobre questões que permeiam a vida cotidiana e as relações sociais.

Com um formato que mistura teoria e prática, os encontros prometem ser ricas oportunidades de diálogo sobre como o amor pode influenciar e ser influenciado pela justiça em diferentes contextos sociais.

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Feira de Empregabilidade em Niterói: Mais de 100 Vagas Disponíveis

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No próximo dia 20 de agosto, o Centro Universitário Anhanguera de Niterói será palco da Feira de Empregabilidade, um evento que promete conectar estudantes e a comunidade local a mais de 100 oportunidades de emprego e estágio. A ação, fruto de uma colaboração entre a universidade e a Prefeitura de Niterói, tem como objetivo facilitar a inserção no mercado de trabalho.

Oportunidades para Todos

Com a participação de diversas empresas parceiras, a feira não apenas oferece vagas, mas também uma chance valiosa para os participantes aumentarem sua rede de contatos através de networking. As equipes das empresas estarão disponíveis para receber currículos e orientar os candidatos sobre os processos seletivos em andamento.

Compromisso com a Comunidade

Charles Souto, reitor do Centro Universitário Anhanguera Niterói, ressalta a importância do evento: "A Feira de Empregabilidade reforça o compromisso da Anhanguera em conectar alunos e a comunidade ao mercado de trabalho, criando oportunidades reais de crescimento profissional e fortalecendo parcerias que contribuem para o desenvolvimento da região". Essa iniciativa busca não apenas facilitar o acesso a vagas, mas também promover o desenvolvimento profissional dos participantes.

Dicas para os Candidatos

Os interessados em participar devem levar um currículo atualizado, uma recomendação simples, mas crucial para quem busca destacar-se em um ambiente competitivo. A feira é uma oportunidade para aqueles que desejam dar um passo significativo em suas carreiras, seja como estagiários ou como profissionais em busca de novas experiências.

Parcerias e Apoio

Além da Anhanguera e da Prefeitura, instituições como o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) e o Núcleo Brasileiro de Estágios (NUBE) também apoiam o projeto, ampliando ainda mais as possibilidades de inserção dos participantes no mercado de trabalho.

Serviço

A Feira de Empregabilidade ocorrerá no dia 20 de agosto de 2026, das 8h30 às 13h, no Centro Universitário Anhanguera, localizado na Rua Visconde do Rio Branco, nº 123 – Centro – Niterói (RJ). A entrada é gratuita, permitindo que todos tenham a chance de participar.

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Hamburgada na Rua: Ação Social Transforma Vidas no Centro do Rio

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No próximo sábado, 15 de agosto, o Centro do Rio de Janeiro será palco da segunda edição do projeto Hamburgada na Rua, uma ação social que promete levar um pouco de alegria e dignidade a pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A iniciativa, organizada em parceria entre o Convento de Santo Antônio e o Sefras – Casa Franciscana, começará às 10h e prevê a distribuição de 800 hambúrgueres.

Mais que Alimentos: Um Encontro de Esperança

A Hamburgada na Rua vai além da simples entrega de refeições. Durante o evento, os participantes poderão usufruir de atendimentos gratuitos em áreas como podologia, barbearia e odontologia, além de receber roupas e kits de higiene pessoal. A programação será recheada de atividades de lazer e convivência, incluindo karaokê, competições de perguntas, FitDance, tênis de mesa, artesanato, dardos e cornhole.

A Importância da Experiência

A assistente social Thaysa Nascimento, coordenadora da Casa Franciscana, enfatiza que a Hamburgada na Rua oferece uma experiência significativa para aqueles que geralmente não têm acesso a momentos de descontração e leveza. "É uma forma de resgatar afeto e alegria, que são alimentos para a alma", afirma Thaysa, destacando também o impacto positivo que a ação provoca tanto nos beneficiados quanto nos voluntários envolvidos.

União de Propósitos: O Que Faz a Hamburgada na Rua Ser Especial

Américo Gomes, idealizador da Hamburgada na Rua, ressalta a importância da parceria entre o Sefras e o Convento de Santo Antônio. Ele acredita que essa união resulta em um cuidado integral com os mais vulneráveis: "Juntos, podemos fazer muito mais do que alimentar. Podemos criar encontros, fortalecer vínculos e lembrar que todos merecem ser vistos e respeitados".

Transformando Realidades

Para Américo, a entrega de hambúrgueres é apenas uma "desculpa" para estabelecer conexões humanas profundas. "Entregamos amor, inclusão, respeito e acolhimento — sentimentos que têm o poder de transformar mundos", comenta. O projeto não se limita a um único dia, mas busca criar um impacto duradouro na sociedade, promovendo um relacionamento mais empático e respeitoso com aqueles que vivem à margem.

Serviço e Convite à Comunidade

O evento acontecerá no Convento de Santo Antônio, em Rio de Janeiro, e a expectativa é contar com a participação de cerca de 200 voluntários, além dos colaboradores do Sefras. A Hamburgada na Rua convida a todos a se juntarem a essa corrente do bem, proporcionando não apenas um prato de comida, mas um momento de acolhimento e empatia.

A ação representa uma oportunidade de refletir sobre o papel da sociedade na inclusão social e na promoção da dignidade humana, mostrando que a solidariedade pode transformar realidades.

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